TOP 10: Músicas depressivas

Hoje em dia, por inúmeros motivos as pessoas entram num "mundo" interno e único! Deixando-as com uma sensação de impotência. Todos nós em algum momento da vida...

resenha: The Darkness - Last of Our Kind

Com 15 anos de muitos altos e baixos na carreira, The Darkness, que ficaram conhecidos pelos riffs marcantes e o agudo exacerbado do Justin Hawkins, lançaram no último mês o seu quarto disco de estúdio.

Aerosmith confirma shows para o Brasil

O Aerosmith anunciou nesta segunda-feira (25), que irá fazer três shows no Brasil em outubro. As apresentações farão parte da turnê "Rock N’ Roll Rumble".

Axl Rose será vocalista do AC/DC durante turnê da banda

Através de um comunicado oficial, o AC/DC anunciou Axl Rose como vocalista substituto de Brian Johnson durante a “Rock Or Bust Tour”.

Divulgadas fotos raras do Nirvana para o disco "Nevermind", veja

O site Consequence Of Sound, trouxe nesta semana uma matéria com fotos inéditas do Nirvana.

Mostrando postagens com marcador Resenha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resenha. Mostrar todas as postagens

07/09/2015

Resenha: The Darkness - Last of Our Kind





















Com 15 anos de muitos altos e baixos na carreira, The Darkness, que ficaram conhecidos pelos riffs marcantes e o agudo exacerbado do Justin Hawkins, lançaram no último mês o seu quarto disco de estúdio. Intitulado "Last of Our Kind", o álbum foi gravado no estúdio do guitarrista da própria banda, Dan Hawkins, e produzido por ele mesmo. Nele ainda conta com a baterista Emily Dolan Davies, que substituiu Ed Graham. Mas, pouco tempo depois das gravações ela deixou o grupo. Após três anos do último e pouco aclamado disco, "Hot Cakes", os ingleses agora tentam consolidar de vez o seu nome nas paradas.

O disco já começa com uma de suas principais canções, Barbarian, que se remete a uma sonoridade um pouco diferente do que a banda vinha apresentando. Mas lógico, sempre mantendo a essência do quarteto Glam. A música traz referencias à cultura viking incorporadas em riffs e solos bem elaborados. O vocalista Justin Hawkins descreveu a canção de uma maneira peculiar: "não um, mas dois monólogos dramáticos, um solo de guitarra que foi declarado como 'irresponsável', um riff que enfraquece joelhos de senhoras e um refrão que faz homens crescidos cagarem diretamente em suas calças".

Open Fire, mostra o porque da faixa ser o primeiro single à tocar nas rádios. Como em quase todo o disco, a música é bem trabalhada no bom e velho Hard Rock anos 80. Canção com rítmica muito positiva e uma seriedade distinta, comparada a trabalhos anteriores da banda.
Last of Our kind, música homônima do disco, inicia-se com uma acústica de violão leve e de certa forma, remetendo-se ao som oitentista, Típico da banda. Mas no decorrer da canção, ela vai se encorpando com pitadas de guitarras bem elaboradas, enriquecendo a faixa e transformando-a em uma das mais belas do álbum.
Na roaring waters, os irmãos Hawkins mostram um poder instrumental impecável para o gênero. Com riffs fantásticos e solo simples e matador, eles fizeram um Hard rock bem trabalhado e de merecer aplausos.

Na contramão das demais, wheels of the machine, é disparada a música mais clean do disco. Ao contrário da maioria das faixas, que começam numa levada calma, e vão acelerando com o decorrer da canção, ela em todo momento mantém-se na mesma pegada.
Em Mighty Hawkins, uma ópera rock toma conta de tudo. Chega lembrar um pouco o Queen. Música bem trabalhada instrumentalmente e lógico, os agudos fervorosos predominam por grande parte.
Ainda falando em agudos, na Mudslide, os falsetes mais uma vez, dão ênfase à música, e é nela em que mais se usa este recurso. O Riff monótomo que cerca quase toda canção, dá a ligeira impressão de preguiça, em termos de arranjo.

A balada pop do disco é a Sarah O' Sarah, com uma introdução impecável de guitarra, refrão grudento e letra de um cara apaixonado ao extremo. Típico som oitentista.
Hammer and Tongs, contém riffs que parecem plágio da música "Everyboody Have A Good Time", feita pela própria banda no disco anterior. A monotonia impera na canção.
Por fim, nada melhor do que terminar o disco, com a "Epiloga", Conquerors. O tom de despedida que rodeia a canção, e principalmente a distorção final, Encerram o álbum com grande estilo. A música traz um som intimista e ótimo para um grand finale.

"Last of our King", trouxe uma The Darkness mais séria e objetiva. Ao contrário do trabalho anterior, o retrocesso, os clichês e principalmente a infantilidade, estão longe deste álbum. Disco muito bem trabalhado, com ótimas canções e uma banda amadurecida, ingredientes para consolidar qualquer artista, E com os britânicos não é diferente.


Nota: 9,0
Proxima → Página inicial